(RESENHA) A Hospedeira

Alienígenas verdes? Que soltam ácido? Com antenas ou com um olho só? Que nada! A Hospedeira traz uma nova linguagem de alienígenas: luzes flutuantes cobertas de tentáculos brilhantes – eles muito me lembraram águas-vivas.

O filme que foi inspirado em um livro de Stephenie Meyer (sim, a escritora de Crepúsculo, e daí?), conta a história de seres alienígenas que invadem nosso planeta para ocupar nossos corpos. Estes seres se dizem pacíficos e buscam harmonizar o mundo que os humanos destroem a cada dia. Porém, a nossa raça não quer se entregar, e muitos ainda resistem à dominação.

Até então, Melanie Stryder (Saoirse Ronan) estava conseguindo se manter escondida das “almas”, como são chamados os alienígenas. Porém, a jovem acaba sendo capturada e tendo uma alma inserida em seu corpo: Peregrina (Saoirse Ronan/Emily Browning).

Mel é muito forte e internamente fica resistindo à presença de Peregrina em seu corpo. Esta, por sua vez, faz o que deve fazer, ou seja, dar aos Buscadores as coordenadas de onde se escondem outros seres humanos ainda não capturados. Para isto ela vasculha a mente de Mel, mas acaba descobrindo muito mais do que o esconderijo da família dela. Peregrina descobre o amor!

O filme é muito lindinho. Saoirse Ronan interpretou muito bem o seu papel. Peregrina é uma personagem doce, sincera, ingênua e bondosa. Já Melanie é corajosa, forte e determinada. Uma é a flor e a outra o espinho, e ambas habitam o mesmo corpo. Saoirse equilibrou bem estas duas personagens.

Como não poderia faltar em uma história da Stephenie, A Hospedeira traz um triângulo amoroso, que na verdade está mais para quadrângulo. O que soa mais convincente do que Crepúsculo.

Neste filme não faltam beijos pra cá e pra lá, o que talvez tenha sido um tanto quanto apelativo, para capturar o público jovem feminino. Isso também se percebe na escolha do elenco: uma protagonista bonitinha, fofinha e meiguinha que é assediada por dois marmanjos que esbanjam charme, beleza e músculos.

O final também é meio, como posso dizer, perfeitinho demais. Eles tinham a pessoa certa, para a hora certa. Me pareceu muito coisa do destino. Mas enfim, preciso ser sincera e admitir que me apaixonei pelo filme. Sério! Adorei mesmo, apesar de que muito do que foi mostrado esteja aberto à discussão, isto não tira a boa impressão que me causou esta história. Ah, e a trilha sonora é perfeita! Assistam!

A-Hospedeira-2013-2

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