resenha | Mama

O último terror dirigido por Andres Muschietti, intitulado Mama, conta a história de duas meninas que, durante cinco anos, ficam isoladas da sociedade, sendo criadas por um espírito em uma floresta. O espírito em questão dá nome ao filme.

Na trama, o tio das meninas encontra elas após estes cinco anos em que ficaram desaparecidas, e tenta fazer com que elas se readaptem à sociedade civilizada, já que elas são como selvagens atacando tudo e todos. Mas, de repente, um acidente faz com que Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) entre em coma e sua namorada, Annabel (Jessica Chastain), fique com a responsabilidade de cuidar de Lilly (Isabelle Nélisse) e Vicky (Megan Charpentier). O problema é que alguém não está querendo de jeito nenhum dividir o amor de mãe das meninas. E é aí que começa o conflito proposto pelo longa.

Particularmente achei o filme muito bom. O enredo é interessante, bem trabalhado, elaborado. Os personagens interpretam bem, principalmente a pequena Lily, que mesmo com a pouca idade consegue nos passar tremenda realidade em seu personagem que nos convence de longe. Além disso, o desfecho foi super condizente com o desenrolar da história. Foi fiel ao que estava sendo mostrado pouco a pouco em cada parte do filme.

Uma das únicas coisas que me incomodou nesta obra foi a aparição da bendita assombração. Filme para mim, pra ser de terror de verdade, que me dê medo, tem que ser de espíritos, fantasmas e afins. O que me dá frio na espinha é aquela apreensão de não saber com o que se está lidando, de não ver o inimigo e nunca saber onde ele está. Sendo assim, Mama tinha tudo para me ganhar cem por cento. Mas acabou estragando tudo ao revelar não uma, mas diversas vezes, nítida e claramente, a imagem da fantasma. Uma aparição rápida, meio de supetão, é até legal para dar aquele susto instantâneo e depois passar. Tudo, então, some e já não vemos mais o tal monstro em questão. Mas neste filme a bendita fica aparecendo em certas cenas como se fosse um personagem como outro qualquer. Chega uma hora que já até nos acostumamos com ela e não levamos mais sustos quando há alguma aparição da “moça”.

Tirando este detalhe, o restante me agradou e me deixou feliz, pois há algum tempo eu venho querendo assistir um filme bom de terror. Ultimamente não tenho tido tempo para assistir quase nada, e ainda assim quando invento de ver algo, este não corresponde às minhas expectativas. Mama foi um que, pelo contrário, atingiu o que eu esperava. Só não foi melhor pelo que já descrevi anteriormente, mas ele veio e cumpriu seu papel. Super recomendo!

mama-poster-nacional

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