(resenha de livro) Guerra dos Tronos

Ahhh! Estou enlouquecida aqui. Adivinhem por quê? Tá, não precisam adivinhar, eu falo: terminei o primeiro livro da meta de leitura, Guerra dos Tronos, e foi muito bom!

Gente, eu já havia ouvido falar nessa série de livros que foi pra TV e estava fazendo o maior sucesso e tudo mais. Óbvio que fiquei curiosa para entender essa loucura das pessoas pela história, e agora eu simplesmente entendo! É incrivelmente boa demais.

Alguns já devem saber, mas pra quem não sabe os livros falam sobre as relações e intrigas de lordes e damas, soldados e mercenários, assassinos e bastardos que acontecem no continente de Westeros, e principalmente sobre a busca implacável de todos pela conquista do trono de ferro.

A forma como Martin conta esta história é genial. Cada capítulo é a visão de um dos personagens. Então, não acompanhamos todos ao mesmo tempo, e às vezes descobrimos coisas que aconteceram na vida de um através dos relatos e fofocas que outro escutou. Achei bem dinâmica esta forma de narrar. E o legal é que não há repetições de acontecimentos com pontos de vista diferentes, a história só vai para frente.

Apaixonei-me demais por alguns personagens em particular, e me indignei com outros. Abaixo vocês podem ter uma ideia do que estou falando.

 Arya Bran

Catelyn  Eddard

Daenarys  Jorah

Jon  Robb

Tyrion

Cersei  Jaime

Sansa  Joffrey

Viserys

O triste é que nunca se sabe quando uma morte irá acontecer. Um fã da história até mesmo já se prestou a “postitizar” todas as cenas em que alguém morre na história. Olhem só o resultado:

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Tirando esta parte triste das mortes, a história também é muito divertida. Boa parte disso fica por conta do “Dwarf”, Tyrion Lannister. Sarcástico, engraçado, debochado e sagaz, ele pode até parecer, mas de bobo não tem nada.

A história em geral do livro é super envolvente e apaixonante. Não tem como não se identificar ao menos com um dos personagens, afinal, existem tantos! Mas, enfim, vocês precisam ler esta série! Isto não é uma indicação e sim uma convocação. Quem ainda não conhece tem que saber que vale muito a pena assistir a série, ler os livros, conhecer esta Guerra dos Tronos.

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(resenha de livro) Minha Vida Fora de Série 2

Terminei o último livro da minha meta de leitura: Minha Vida Fora de Série 2.

A história é continuação do Minha Vida Fora de Série 1, que eu resenhei aqui. E desta vez traz a história do namoro de Priscila e Rodrigo, mas com muitas reviravoltas, segredos, desentendimentos e confusões. Uma viagem da Pri para a Disney acaba gerando diversos acontecimentos que irão definir qual será o futuro do namoro dela.

Eu adorei a história, como sempre amo o que a Paula Pimenta escreve. Matei a saudade dos personagens e tudo mais. Porém achei este segundo livro um pouco cansativo em alguns momentos. O problema é que tem reviravolta demais. Uma hora eles estão de bem, depois brigam, depois se reconciliam, daí acontece alguma coisa e brigam de novo, e reconciliam… E assim vai indo até o final. Pensei comigo: Aff, fala sério!

Porém, outras coisas foram bem legais. A Pri está cada vez mais hilária com seu instinto protetor pelos animais. É muito legal ver ela fazendo protestos, quase sendo presa, e só se destrambelhando toda. Além disso, teve a aparição do lindo e querido Patrick. Ai, ai…

Outra personagem que apareceu foi a Sam, fofa e doida como sempre. Ela parece que traz mais alegria para a história. O astral dela contagia a gente, sabe? Amo-a demais.

Durante a história, vão aparecendo diversas músicas que acabam constituindo a trilha sonora do livro. E como eu sou completamente louca por trilhas sonoras, não poderia deixar de postar aqui as minhas favoritas, certo? Ah, e podem ler o livro, viu? Mesmo sendo um pouco cansativo, ele não deixa de ser muito bom.

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(resenha de livro) Indomada

Há alguns dias terminei de ler o quarto livro da série House of Night (Morada da Noite), Indomada. Eu confesso que estava super ansiosa para conferir esta obra, já que eu havia me apaixonado pelas três primeiras que havia lido. Porém, só ao final da leitura que percebi: a época em que eu devorei a trilogia inicial é bem diferente da que estou vivendo agora. Eu ainda estava na escola, era meio bobinha e sonhadora demais. Não que agora eu não seja mais sonhadora, acho que sou até mais, porém não sou mais tão infantil como eu era. E esse livro, querendo ou não, é bastante infanto-juvenil.

Não posso dizer que a leitura foi ruim, porque não foi. Talvez até pelo carinho que eu já tinha construído pela série e pelos personagens. Mas não foi tão espetacular como eu imaginava que seria, e em certas partes me deixou até um pouco irritada. Principalmente a questão da infantilidade dos personagens em vários momentos da história. Leia-se a orgulhosa Aphrodite e as – quase – siamesas Erin e Shaunne, que não param de implicar umas com as outras um só minuto. Poxa, acho que depois de tudo pelo que passaram elas poderiam ter amadurecido um pouco e terem se tornado mais civilizadas. Mas não.

Outra questão que também me deixou meio com pé atrás foi a aparição de mais um amor na vida de Zoey. Já não bastava ela ter três, isto mesmo, TRÊS namorados em Escolhida –tudo bem que um deles era um sem vergonha, mentiroso, traidor que acabou morrendo ao final do terceiro livro, graças a Deus! – ela agora se apaixona por mais um! Stark é lindo, fofo, simpático e possui o mesmo problema de Zoey, não quer que as pessoas o vejam apenas por seus inacreditáveis dons concedidos pela Deusa Nix. No primeiro momento em que o jovem se mostra vulnerável, a insaciável Zoey Redbird ataca novamente. Enquanto isto ela continua mexida toda vez que cruza o olhar com seu antigo namorado Erik, que terminou com ela quando a pegou na cama com o sem vergonha, mentiroso, traidor do Loren, que comentei ali em cima – isso em Escolhida. E não consegue deixar de amar, de alguma forma, o lindo do Heath – perfeito e maravilhoso!!!

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Bem, tirando este fato de que Zoey é uma caçadora nata de homens, pior que Aphrodite, que era para ser a bitch da história e acabou se mostrando muito comportada, gostando só de Darius, o restante do livro é bem razoável e condizente com os três primeiros. Todos os meus personagens favoritos estavam de volta, me fazendo matar a saudade. E aqueles que eu odiava – a maldita da Neferet – continuam cada vez mais odiosos.

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Uma questão que eu acho que falta muito na série é a cultura vampírica. Acho que eles exploram pouquíssimo isso, sendo que a série é sobre uma escola de vampiros. Eles se preocupam mais em mostrar a vida de adolescentes e seus dramas rotineiros, do que falar sobre sua sede de sangue, sua perturbadora monstruosidade e afins.

Concluindo, não foi uma leitura desagradável, mas comparada com as que tenho feito nos últimos meses, foi bem menos empolgante. Não acredito que eu vá querer ler logo em seguida a continuação da série, e nem sei se vou acabar conferindo ela até o final. Quem sabe no futuro, quando eu quiser resgatar minhas origens e fazer uma viagem ao tempo em que eu era jovem, eu decida ler os últimos livros. Por enquanto vou dando sequência em diversos outros que estão em minha lista de prioridades.

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(resenha de livro) A Culpa é das Estrelas

Lindo! Esta é a melhor palavra que para mim define o livro A Culpa é das Estrelas. Claro que triste, intenso, apaixonante e doloroso também descrevem bem esta história, mas acho que Lindo engloba tudo e mais um pouco.

John Green realmente se superou neste livro. Confesso que nunca li nenhuma outra obra de sua autoria, mas achei este livro absurdamente incrível. A forma como ele descreve cenas, personagens e situações é realmente tocante. Ele fala de uma forma sensível e forte ao mesmo tempo, mostrando a felicidade e a dor no mesmo lado da moeda, sem aquela baboseira toda de “as duas malditas faces”. Ele mostra que é possível conviver em contradição, pois mesmo sendo torturante, acaba sendo igualmente gratificante.

Em A Culpa é das Estrelas, John trás a história de Hazel Grace, uma vítima de câncer que leva uma vida agoniante por causa da doença. Seus pais se dedicam a ela em tempo integral, enquanto a jovem, contrariada, frequenta grupos de apoio, passeia com a amiga e vai odiando sua miserável vida de granada, que a qualquer momento por explodir.

Mas então aparece ele, Augustus Waters, para virar o mundo dela pelo avesso. Ele desfaz os medos dela, realiza seus sonhos, torna-a menos tímida e mais corajosa, alegra sua vida e faz com que perceba que não há mal algum em ver um mundo ensolarado, mesmo que todos digam que na realidade está caindo a maior tempestade do século.

Augustus é a coisa mais querida do mundo, como Hazel mesmo diz:

“Ele não era um príncipe encantado de conto de fadas, e tal. Tentava ser assim às vezes, mas eu gostava mais dele quando essas coisas desapareciam.”

Já Hazel é inteligente, espirituosa, engraçada sem ser palhaça ou coisa do tipo. Ela é corajosa, mas muitas vezes teme por sua vida, e pelo rastro de tristeza que vai deixar quando partir. É uma garota do bem, que teve a infelicidade de ter pulmões defeituosos, como ela costuma dizer.

Amei demais este livro, e ao contrário de muitos outros que o leram, confesso que não chorei em nenhum momento, mas devo dizer que fiquei muito triste durante a leitura. É agoniante acompanhar a vida de alguém com câncer. Realmente vejo que não é nada fácil, tanto para o paciente, como para a família e amigos. É uma situação pela qual espero nunca precisar passar. E desejo que aqueles que estejam passando por isso, consigam superar com a mesma garra que a jovem Hazel demonstrou ter.

Leiam, pois vale a pena!!! E quem quiser dar uma olhadinha, fiz uma Inspiração Fotográfica sobre a história de Hazel aqui.

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(resenha de livro) A Seleção

Sou uma aficionada por livros, como alguns já devem saber. Sempre estou atrás de alguma coisa nova, e muito recebo indicações de outros fanáticos como eu. Esses dias, estava eu com a minha melhor amiga, explorando maravilhada a livraria Saraiva, quando ela me indicou um livro pelo qual estava apaixonada. Fizemos então um acordo: eu comprava o livro, e se gostasse dele ela me daria o segundo da série de presente. Tenho apenas uma coisa a dizer: sei que nesse Natal já tenho presente garantido, pois eu vou cobrar esta continuação.

O livro do qual estou falando é A Seleção, primeiro da série homônima que conta a história de America, uma humilde jovem da casta Cinco, que se vê participando de uma seleção junto a outras 34 garotas de variadas castas, para ganhar o coração do príncipe e igualmente a coroa de princesa. Mas acontece que America já está apaixonada, por Aspen, seu namorado secreto o qual ama há dois anos.

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No programa, que é um tipo de reality show da realeza, America acaba conhecendo um mundo novo, de farturas e comodidades que nunca teve em sua vida como uma simples artista da Cinco. E, além disso, ela acaba conhecendo o príncipe Maxon e vendo que ele não é tão esnobe e mimado como sempre achara que ele fosse. Sua cabeça se confunde, seu coração se divide e nós, reles leitores, nos contorcemos a cada cena, de tanta curiosidade.

Mas uma das coisas que mais gostei neste livro é que ele não é simplesmente uma história de amor entre uma garota e dois rapazes lindos, charmosos e queridos – apesar de também ser isso. É, na realidade, uma história bem mais complexa, mais profunda, que fala sobre amizades, paciência, confiança e lealdade. Além de ter toda uma trama secundária, com direito a rebeliões, perigos, esconderijos secretos e politicagem.

Não tenho como expressar por completo o quão grata estou com a minha amiga, por ter me indicado este livro incrível. Nem mesmo posso agradecer o suficiente à Kiera Cass, por ter proporcionado a mim e a tantas outras garotas esta experiência única que é ler A Seleção. Suas palavras me conquistaram completamente e seus personagens já ocupam espaços especiais em meu coração.

Não vejo a hora de ler o segundo da série, afinal, o primeiro acabou de uma forma tão… Você vai ter que ler para saber! Vale muito a pena conferir! Aconselho que se sente bem na frente, com os olhos bem abertos, pois esta Seleção você não pode perder.

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