(PILOT) Descendants of the Sun

Não faz muito tempo que entrei em um relacionamento sério com a cultura k-pop. Tudo começou com o fascínio pelas coreografias de alguns grupos musicais como Secret e 4Minute, que me levou a seguir o canal do estúdio de dança 1Million no Youtube. Depois vieram os Doramas (seriados orientais), que me conquistaram com suas histórias românticas e engraçadas. Estes me apresentaram músicas incríveis como You Are My Everything da Gummy. E elas, por sua vez, me fizeram querer aprender Coreano – que eu estou estudando (a passos lentos) com a ajuda da equipe do Talk to me in Korean. Resumindo, virei uma k-popmaníaca. De forma moderada, obviamente, intercalando essa minha paixão com aquele outro negócio que chamam de… vida.
Mas na verdade, depois desse rodeio todo, o que eu queria falar hoje é sobre o Dorama que foi o ponto crucial e definitivo no marco pelo meu amor pela cultura k-pop: Descendants of the Sun. Eu fico até sem palavras para expressar o quanto eu amo este seriado. Cheguei a assistir duas vezes seguidas, de tanto amor que senti por ele.
O seriado conta a história de amor de Yoo Si-jin, capitão das forças especiais da Coréia do Sul, e Kang Mo-yeon, uma médica coreana. Eles têm um breve relacionamento na Coréia, quando se conhecem de forma inesperada no hospital onde Mo-yeon trabalha. E depois de alguns meses afastados eles voltam a se encontrar em Urk, país fictício da série, para onde ambos são destinados em missões voluntárias, cada um com suas equipes. E é então que tudo começa novamente, ambos querendo cumprir os propósitos de suas profissões, mas sem conseguir se afastar um do outro.
Só tenho a dizer que a série é lindínea demais! E o mais legal sabe o que é? Os atores que interpretam Si-jin e Mo-yeon estão juntos e casados na vida real!!! Quer mais amor que isso? Tudo é muito incrível em Descendants of the Sun: a construção dos personagens é excepcional, a trilha sonora é de chorar de tão maravilhosa, as locações são lindas e o roteiro é muito bem escrito. Não tem como não adorar esta história. E quer saber mais? Tá liberada no Netflix ❤ Mais amor que isso é impossível!

descendants of the sun

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(PILOT) Hart of Dixie ♥

Hoje vim falar sobre esta série, que é incrivelmente apaixonante e que me fez assistir toda sua primeira temporada em apenas um final de semana. Querem saber sobre qual estou falando? Hart of Dixie!

Já fazia um tempo que eu estava para assistir este seriado. Na verdade tenho diversos títulos na lista, e nunca acabo assistindo por me envolver em outros afazeres que tomam o meu tempo. Mas como fiquei meio doente há alguns dias atrás, e passei a maior parte do tempo de cama, acabei aproveitando o tempo para começar um novo seriado, já que alguns dos quais sou fissurada fizeram uma pausa para as férias. E foi mal começar os primeiros episódios que já me peguei viciada em HOD.

Primeiramente a protagonista, maluca, dramática e ansiosa, Zoe Hart (Rachel Bilson), me conquistou facilmente. Ela muito me lembrou duas outras personagens pelas quais sou apaixonada: Blair Waldorf (Leighton Meester / Gossip Girl) e Jessie (Zooey Deschanel New Girl). Zoe é engraçada, neurótica e uma ótima médica.

Quando esta médica nova-iorquina não consegue realizar os sonhos pelos quais tanto lutou, acaba aceitando a oferta do Dr. Harley Wilkes (Nicholas Pryor), e se muda para uma pequena cidade do interior chamada Bluebell. Lá ela descobre antigos segredos de sua família que acabam por mudar completamente o seu futuro.

Em Bluebell, apesar de fazer algumas inimizades e não ser muito bem aceita pela população tradicionalista, Zoe acaba fazendo boas amizades. O prefeito, Lavon Hayes (Cress Williams), um antigo jogador de futebol americano, lhe aluga uma casa logo ao lado da sua, e é exatamente lá que ela conhece o lindo e gostoso Wade Kinsella (Wilson Bethel), para o qual não dá muita bola, já que está de olho no charmoso advogado George Tucker (Scott Porter), que para a tristeza dela está noivo da nervosa e histérica Lemon Breeland (Jaime King), que é filha do médico que dividirá uma clínica com Zoe Hart em Bluebell, Dr. Brick Breeland (Tim Matheson). Pois é, cidades do interior são realmente cheias de ligações.

Não tenho como dizer o quanto amei esta série, mas acho que o tempo em que assisti a primeira temporada já diz tudo. Não consegui me segurar, e tive que assistir um episódio atrás do outro. É tudo muito legal! As histórias são tocantes, o clima é aconchegante – amo cidades do interior, sempre quis morar em uma – e os personagens são todos apaixonantes.

Terminei o último episódio já roendo as unhas, louca para assistir a segunda temporada. Mal posso esperar para saber o que vai acontecer na vida de Zoe Hart, e quem, afinal de contas, ela irá abrigar em seu adorável “heart” (coração). Nossa, que trocadilho ruim. Enfim, quem for viciado em seriados PRECISA assistir Hart of Dixie, porque é realmente uma incrível série!

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pilot | Witches of East End

Já faz algumas semanas que venho assistido um seriado sobre bruxas que muito me agradou. Estou falando de Witches of East End. Ele conta a história de uma família de 4 bruxas composta pela mãe Joanna (Julia Ormond), sua irmã Wendy (Mädchen Amick) e suas duas filhas Ingrid (Rachel Boston) e Freya (Jenna Dewan-Tatum).

Witches of East End

As filhas de Joanna até então não sabiam que eram bruxas, pois sua mãe escondia isso delas, para poupá-las. Mas com o retorno de Wendy, as garotas acabam descobrindo sua verdadeira natureza e começam a ter aulas de bruxaria, para poderem controlar seus poderes. Enquanto isto, um antigo inimigo da família está atrás delas, tentando matá-las para sempre.

Paralelo a esta história temos as aventuras românticas de Freya. Ela está noiva do lindo Dash (Eric Winter), que a ama e parece ser o cara perfeito. Até que chega na cidade o arrasa corações Killian (Daniel Ditomasso). Freya instantaneamente sente atração por ele, e em seguida descobre que ele é irmão de seu noivo. O que torna as coisas ainda mais complicadas é que Dash não suporta Killian. Então Freya encontra-se em uma grande incógnita na sua vida: amar seu noivo e fingir que não sente nada pelo irmão dele, ou se arriscar na paixão avassaladora que tem por Killian.

Dash and Killian

Confesso que esta história muito me lembrou The Vampire Diaries. Porque, afinal, dois irmãos brigando pela mesma garota que está apaixonada por ambos? Acho que já ouvimos esta história em algum outro lugar. Mas enfim, de qualquer forma me prendeu. Ainda mais porque os dois pretendentes de Freya são gatos. Óbvio que já tenho o meu preferido! Não sei por que sempre gosto mais dos bad boys…Enfim.

Das quatro personagens, Freya é a mais dramática e a que mais se preocupa com sua vida normal. Enquanto as outras três se envolvem em feitiços dos quais suas vidas dependem, Freya faz feitiços para ficar com Dash e esquecer Killian. Ela está mais preocupada com o casamento do que com sua nova vida de bruxa.

Ingrid é a mais problemática. Ela tem um passado sombrio, que começou a persegui-la e atormentá-la, mas possui um coração bom e caridoso. A pobrezinha fica nesse dilema durante o seriado e acaba ficando meio atormentada.

Wendy é a maluca da história. Corajosa, determinada e sem paciência para frescuras, ela diz o que pensa, faz o que quer e não se importa em ser julgada por ninguém, afinal, tudo o que faz é por um bem maior. É a minha personagem preferida.

Sem Título-1

Já Joanna é a manda chuva. A matriarca da casa, que dá as ordens que ninguém segue e que tenta de todas as formas proteger suas filhas e sua irmã, mesmo esta última sendo cabeça dura. Joanna é a mais sensata das quatro.

O seriado têm alguns efeitos especiais em cenas de magia, que muito me recordam os utilizados em Once Upon a Time. Confesso que eles forçam um pouco, mas nada que seja capaz de fazer com que eu pare de assistir a série. Estou amando ela até agora e indico para quem gosta de histórias místicas e sombrias.

pilot | Alice

Ontem eu estava vendo algum site, que não me recordo agora qual exatamente, e encontrei neste site um print da minissérie do Syfy, Alice. Lembrei então que eu estava querendo assistí-la, e como os seriados que eu costumo olhar deram uma pausa na atualização de episódios, eu resolvi baixar Alice, ainda mais porque são apenas dois episódios. Desta forma seria bem tranquilo de assistir. E foi o que eu fiz, eu só não imaginava que esta minissérie me conquistaria tanto.

 

A história desta minissérie se baseia no clássico conto da Alice no País das Maravilhas. A diferença é que esta versão está mais modernizada, e une em um único roteiro os dois livros sobre a Alice, o Aventuras no País das Maravilhas e o Através do Espelho. Outro detalhe, a Alice desta versão é morena. 
Alice Hamilton é uma jovem, faixa preta em artes marciais. É uma garota que possui problemas quando se trata de amor. O caso é que, ela e sua mãe foram abandonadas por seu pai quando Alice tinha apenas dez ano. Desde então ela não consegue confiar plenamente nos homens. Quando ela começa a se afeiçoar por algum e o relacionamento vai evoluindo, Alice acaba achando uma forma de afastar o homem, e fica novamente sozinha. 
Finalmente, Alice acha que encontrou o cara certo para ela, o belo e gentil Jack Chase. Ele é seu aluno de artes marciais, e ambos se gostam. Mas, quando Jack oferece à Alice um anel que esteve em sua família por gerações, a garota se assusta com a rapidez com quem as coisas estão indo, e acaba por dispensá-lo.
Após alguns acontecimentos, Alice se vê perseguindo um homem que sequestrou Jack, após ela ter dispensado ele. Depois de tanto perseguir este homem misterioso, a nossa jovem heroína acaba atravessando uma passagem secreta em um espelho e dá de cara com o País das Maravilhas.
Lá ela vai conhecer muita gente diferente. Uma Lebre de Março assassina, um Coelho Branco fujão, uma Rainha de Copas interesseira, um Cavaleiro Branco pirado e um Chapeleiro nem tão maluco assim. 

 

 

A partir de então a aventura toda começa. Alice faz de tudo para encontrar Jack e retirá-lo daquele lugar maluco. Mas até conseguir achar seu namorado, ela passa por muita coisa, desde ser confundida com “A Alice”, “Alice da Lenda”, até dirigir flamingos motorizados que voam, sendo que ela morre de medo de altura. Ainda passa por um tipo de tortura com Dr. Dee e Dr. Dum. Descobre que seu pai não a tinha abandonado, mas sim havia sido sequestrado. Entre muitas outras coisas.
Cuidado, pode conter Spoilers!
Seguir é por sua própria conta e risco



No final, já no segundo episódio, Alice descobre que Jack Chase, seu namorado, não era exatamente a pessoa que dizia ser. Ela descobre que ele na verdade é o filho da Rainha de Copas, e seu verdadeiro nome é Jack de Copas. 
Em contrapartida, quanto mais Alice vê que Jack não é o que imaginava, ela também vai percebendo que Hatter, o Chapeleiro Maluco, não é tão egoísta quanto ela pensava que fosse. Alice e Hatter vão se aproximando cada vez mais, já que ele decidiu ajudá-la a encontrar Jack, e os dois vão criando sentimentos um pelo outro, o que é realmente muito fofo.
 
 
Hatter foi um de meus personagens favoritos desta minissérie. A forma como ele protege Alice o tempo todo é muito linda, sempre preocupado com ela, e se põe em sua frente tova vez que o perigo se aproxima. 
 
Alice: What will I do if I get stuck here?
Hatter: Then I’ll make sure you’re okay.
 
Outro pelo qual me apaixonei, mas por motivos diferentes, foi o Cavaleiro Branco. Ele é maluco, me lembrou de mais o Dom Quixote, acho até que fizeram de propósito esta caracterização dele. Ele é hilariante. No final, quando está pondo em prática um plano para se vingar da Rainha de Copas e de seus seguidores, ele monta um exército todo de esqueletos com armaduras, para que os guardas do castelo pensem que são realmente pessoas realizando um ataque ao reino. Todos os guardas começam a atacar o falso exército, e o velho doido, com algumas flechas e muita sorte, acaba saindo vivo da história toda, achando que derrotara o reino sozinho, mas na verdade fora com uma ajudinha inconsciente de Alice e Hatter. 
 
 
O final não poderia ter sido mais perfeito para um fechamento de conto de fadas: reencontro, beijo apaixonado e Felizes Para Sempre!
 
Alice: Hatter!
Hatter: Oh! Finally.
Alice: You have no idea how happy I am to see you.
Hatter: I missed you.
 

(PILOT) Gossip Girl

GG, pra quem não sabe, é Gossip Girl. Uma das séries adolescentes americanas mais famosas. A tradução seria “Garota fofoqueira”, mas aqui no Brasil a série vai ser transmitida como “A garota do blog”. A série é inspirada nos livros da Cecily von Ziegesar.
Confesso que mesmo antes de ver a série eu já era apaixonada. E isso que eu nem havia lido os livros também. É que todo mundo falava que era de mais, e a imprensa confirma. E então quando olhei o primeiro episódio da primeira temporada não consegui me controlar. Em uma semana eu havia terminado de ver toda a primeira temporada.
Sim, me encantei com essa série. Virei Team GG! Além de trazer consigo atores lindos(as) como Blake Lively, Leighton Meester, Chace Crawford, entre outros, a série traz assuntos incríveis. Ela trata com uma leveza assuntos como drogas, suicídio, sexo, bebidas, relacionamentos difíceis. A série é cheia de conflitos reais que perseguem os jovens de hoje em dia. Assuntos que antes eram impronunciáveis em famílias respeitadas, hoje se comentam abertamente com os familiares. Gossip Girl traz a tona várias histórias nas quais muita gente se identifica, e consegue expor este assunto sem virar conteúdo proibido. A série foi feita para jovens e adultos entenderem que até mesmo na alta sociedade, no meio da elite existem problemas comuns. Mostra que o mundo do poder não é tão poderoso como todos pensam.
Esse foi um dos motivos pelo qual me apaixonei pela série. Agora imagine isso, misturado com os belos atores que falei há pouco, junto com um bom roteiro e mais uma ótima interpretação da parte de todo o elenco, só podia dar na febre geral que é Gossip Girl.


Assistam, confiram e confirmem!