Hart of Dixie ♥

Hoje vim falar sobre esta série, que é incrivelmente apaixonante e que me fez assistir toda sua primeira temporada em apenas um final de semana. Querem saber sobre qual estou falando? Hart of Dixie!

Já fazia um tempo que eu estava para assistir este seriado. Na verdade tenho diversos títulos na lista, e nunca acabo assistindo por me envolver em outros afazeres que tomam o meu tempo. Mas como fiquei meio doente há alguns dias atrás, e passei a maior parte do tempo de cama, acabei aproveitando o tempo para começar um novo seriado, já que alguns dos quais sou fissurada fizeram uma pausa para as férias. E foi mal começar os primeiros episódios que já me peguei viciada em HOD.

Primeiramente a protagonista, maluca, dramática e ansiosa, Zoe Hart (Rachel Bilson), me conquistou facilmente. Ela muito me lembrou duas outras personagens pelas quais sou apaixonada: Blair Waldorf (Leighton Meester / Gossip Girl) e Jessie (Zooey Deschanel New Girl). Zoe é engraçada, neurótica e uma ótima médica.

Quando esta médica nova-iorquina não consegue realizar os sonhos pelos quais tanto lutou, acaba aceitando a oferta do Dr. Harley Wilkes (Nicholas Pryor), e se muda para uma pequena cidade do interior chamada Bluebell. Lá ela descobre antigos segredos de sua família que acabam por mudar completamente o seu futuro.

Em Bluebell, apesar de fazer algumas inimizades e não ser muito bem aceita pela população tradicionalista, Zoe acaba fazendo boas amizades. O prefeito, Lavon Hayes (Cress Williams), um antigo jogador de futebol americano, lhe aluga uma casa logo ao lado da sua, e é exatamente lá que ela conhece o lindo e gostoso Wade Kinsella (Wilson Bethel), para o qual não dá muita bola, já que está de olho no charmoso advogado George Tucker (Scott Porter), que para a tristeza dela está noivo da nervosa e histérica Lemon Breeland (Jaime King), que é filha do médico que dividirá uma clínica com Zoe Hart em Bluebell, Dr. Brick Breeland (Tim Matheson). Pois é, cidades do interior são realmente cheias de ligações.

Não tenho como dizer o quanto amei esta série, mas acho que o tempo em que assisti a primeira temporada já diz tudo. Não consegui me segurar, e tive que assistir um episódio atrás do outro. É tudo muito legal! As histórias são tocantes, o clima é aconchegante – amo cidades do interior, sempre quis morar em uma – e os personagens são todos apaixonantes.

Terminei o último episódio já roendo as unhas, louca para assistir a segunda temporada. Mal posso esperar para saber o que vai acontecer na vida de Zoe Hart, e quem, afinal de contas, ela irá abrigar em seu adorável “heart” (coração). Nossa, que trocadilho ruim. Enfim, quem for viciado em seriados PRECISA assistir Hart of Dixie, porque é realmente uma incrível série!

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Witches of East End

Já faz algumas semanas que venho assistido um seriado sobre bruxas que muito me agradou. Estou falando de Witches of East End. Ele conta a história de uma família de 4 bruxas composta pela mãe Joanna (Julia Ormond), sua irmã Wendy (Mädchen Amick) e suas duas filhas Ingrid (Rachel Boston) e Freya (Jenna Dewan-Tatum).

Witches of East End

As filhas de Joanna até então não sabiam que eram bruxas, pois sua mãe escondia isso delas, para poupá-las. Mas com o retorno de Wendy, as garotas acabam descobrindo sua verdadeira natureza e começam a ter aulas de bruxaria, para poderem controlar seus poderes. Enquanto isto, um antigo inimigo da família está atrás delas, tentando matá-las para sempre.

Paralelo a esta história temos as aventuras românticas de Freya. Ela está noiva do lindo Dash (Eric Winter), que a ama e parece ser o cara perfeito. Até que chega na cidade o arrasa corações Killian (Daniel Ditomasso). Freya instantaneamente sente atração por ele, e em seguida descobre que ele é irmão de seu noivo. O que torna as coisas ainda mais complicadas é que Dash não suporta Killian. Então Freya encontra-se em uma grande incógnita na sua vida: amar seu noivo e fingir que não sente nada pelo irmão dele, ou se arriscar na paixão avassaladora que tem por Killian.

Dash and Killian

Confesso que esta história muito me lembrou The Vampire Diaries. Porque, afinal, dois irmãos brigando pela mesma garota que está apaixonada por ambos? Acho que já ouvimos esta história em algum outro lugar. Mas enfim, de qualquer forma me prendeu. Ainda mais porque os dois pretendentes de Freya são gatos. Óbvio que já tenho o meu preferido! Não sei por que sempre gosto mais dos bad boys…Enfim.

Das quatro personagens, Freya é a mais dramática e a que mais se preocupa com sua vida normal. Enquanto as outras três se envolvem em feitiços dos quais suas vidas dependem, Freya faz feitiços para ficar com Dash e esquecer Killian. Ela está mais preocupada com o casamento do que com sua nova vida de bruxa.

Ingrid é a mais problemática. Ela tem um passado sombrio, que começou a persegui-la e atormentá-la, mas possui um coração bom e caridoso. A pobrezinha fica nesse dilema durante o seriado e acaba ficando meio atormentada.

Wendy é a maluca da história. Corajosa, determinada e sem paciência para frescuras, ela diz o que pensa, faz o que quer e não se importa em ser julgada por ninguém, afinal, tudo o que faz é por um bem maior. É a minha personagem preferida.

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Já Joanna é a manda chuva. A matriarca da casa, que dá as ordens que ninguém segue e que tenta de todas as formas proteger suas filhas e sua irmã, mesmo esta última sendo cabeça dura. Joanna é a mais sensata das quatro.

O seriado têm alguns efeitos especiais em cenas de magia, que muito me recordam os utilizados em Once Upon a Time. Confesso que eles forçam um pouco, mas nada que seja capaz de fazer com que eu pare de assistir a série. Estou amando ela até agora e indico para quem gosta de histórias místicas e sombrias.

Spin-Offs

Não é de hoje que surgiu a onda das spin-offs – séries/filmes que derivam de alguma outra história. Estão aí Private Practice (originada de Grey’s Anatomy) e CSI: Miami/CSI: NY (ambas originadas de CSI) que não me deixam mentir.

Mês passado três das minhas séries preferidas lançaram suas spin-offs, o que me deixou muito ansiosa: The Vampire Diaries (TVD) lançou The Originals, Pretty Little Liars (PLL) lançou Ravenswood e Once Upon a Time (OUAT) lançou Once Upon a Time in Wonderland.

The Originals resgata a tão odiada e, ao mesmo tempo, amada, família de vampiros originais que, até então, assombrava os episódios de TVD. Klaus (Joseph Morgan) está de volta, ainda com seu ego maior que o mundo, mas com um coração que no fundo tem sentimentos, os quais ele faz questão de esconder. Rebekah (Claire Holt) retorna linda e loira, como sempre. Determinada, sarcástica, mas com aquele coração mole que implora para que ela seja feliz – o que espero que ela realmente seja um dia. E Elijah (Daniel Gillies) também voltou, porém, por enquanto, não fez muito mais do que ficar preso dentro de um caixão, com uma estaca fincada no peito. Além destes personagens “originais” – trocadilho – a série ainda resgatou mais uma pessoa, a Hayley (Phoebe Tonkin), que agora está carregando o monstrinho híbrido descendente do Klaus no ventre. Até que estou gostando dela na série, mais do que em TVD. The Originals também traz novos personagens, como o narcisista Marcel (Charles Michael Davis), a poderosa Davina (Danielle Campbell), e a simpática, mas fora de contexto Camil (Leah Pipes) – que está no meio de um fogo cruzado, sendo a única humana entre o elenco principal. Já estou amando a série! E algo me diz que o Tyler (Michael Trevino) – lobisomem de TVD que trava uma antiga batalha com Klaus por causa da Caroline – também terá sua participação nessa história toda. Espero que sim, afinal, o corpinho dele é bom demais para ser desperdiçado em qualquer outro lugar que não em frente às câmeras.

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Ravenswood veio para abalar minhas estruturas. Adoro história de terror, mas PLL não se enquadra exatamente neste gênero. A série está mais para suspense do que qualquer outra coisa. Então, eu realmente estava sentindo falta disso. Nenhuma das séries que eu acompanhava tinha muito esta pegada sombria. Eu me contentava, até então, com os episódios de Halloween de PLL, que têm esta carinha mais macabra. Só que agora, com a chegada de Ravenswood, parece que é sempre Halloween! Sem contar que esta spin-off resgata o meu amado Caleb (Tyler Blackburn) e transforma ele em protagonista da história! Ele é o único principal que migrou de PLL, o restante do elenco é novato. Temos a fofa Miranda (Nicole Gale Anderson), o desolado Luke (Brett Dier), a inocente Olivia (Merritt Patterson) e a queridíssima Remy (Britne Oldford). Confesso que estou apaixonada pelo quinteto que forma o grupo principal da série. Já sinto que não consigo viver sem eles.

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Ao contrário das duas séries citadas acima, Once Upon a Time in Wonderland não traz nenhum dos protagonistas da série original. Esta spin-off conta a história de uma outra personagem que ainda não tinha aparecido em OUAT, a famosa Alice (Sophie Lowe). Se aventurando no seu tão conhecido País das Maravilhas, Alice está em busca de seu grande amor, o gênio da lâmpada Cyrus (Peter Gadiot), e com a ajuda do coelho branco e do Valete de Copas (Michael Socha) ela enfrentará diversos perigos, inclusive vilões como Jafar (Naveen Andrews) e a Rainha Vermelha (Emma Rigby). Só olhei um episódio desta série, por enquanto, mas já estou gostando. Me apaixonei, junto com Alice, por Cyrus, mas confesso que o Valete acabou mexendo com meu coração também. Será que vai rolar um triângulo amoroso em algum momento da história? Veremos.

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Resumindo, estou mega feliz com estas três novas séries que estou acompanhando. Cada uma me conquistou de uma forma e espero que sejam cada vez melhores à medida que forem se desenvolvendo. Acompanhem também e digam o que estão achando!